Dia 10. Pão da vida

João 6:35,48 – “Então Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede. (…) Eu sou o pão da vida.”

Mais alguém comigo no gosto por pão? Por mim não há grandes esquisitices neste tema, desde pão de Mafra, pão saloio, pão com sementes, pão de alfarroba, pão de centeio, pão de leite, marcha tudo.  Ou marcharia, se eu não me contivesse. Não me importava de viver como nos tempos bíblicos, em que o pão era a base da alimentação da sociedade e não um alimento tão pouco prestigiado como hoje. Gosto muito de pão!

Desabafos à parte, nos tempos de Jesus, não ter pão era sinal de se poder passar fome, ou até de morrer à fome. O pão era essencial à sobrevivência. Lemos nos Evangelhos que por duas vezes, Jesus alimentou uma multidão de pessoas, tendo como base pães e peixes. Lemos que a multidão foi saciada e parte voltou no dia seguinte, provavelmente na expectativa de ter mais comida. E Jesus remata com esta afirmação, de que ele é o pão da vida, que sem ele ninguém consegue viver.

João descreve que muitas pessoas se afastam depois deste discurso de Jesus.  E muitos hoje também têm dificuldade com esta ideia de que Jesus basta, de que Jesus é suficiente, de que sem ele não podemos viver. Contudo, as palavras escritas por João, ditas por Jesus, continuam a ser tão verdadeiras hoje como nesse tempo: quem comer deste pão viverá para sempre. Quem não comer, pode até encher a vida de muitos alimentos saborosos, que trazem saciedade momentânea, mas que não dão acesso à eternidade.

“Só por Jesus, só por Jesus, é que nós somos salvos.” – conhecem a música?