Dia 22. Pai da Eternidade

Isaías 9:6 – “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;”

Trindade e Eternidade rimam e são conceitos que a minha mente tem dificuldade em entender. Três em um é um conceito que se aceita pela fé, assim bem como o que não começa nem acaba. Em miúda, costumava fazer um círculo e continuar a desenhar sem parar, acabando exausta com a ideia de céu sem fim. Fomos feitos para a Eternidade mas a Eternidade não cabe em nós.

Neste tão famoso versículo de Isaías vemos uma preocupação em apresentar o Messias. O versículo começa por afirmar que um filho nasceu e ele é homem e, ao mesmo tempo, Deus. Jesus não é o Pai, mas ele é Deus e Deus é o nosso Pai eterno. Apesar de Jesus ter encarnado, ele já existia. Sempre existiu, ele é um com o Pai.

Paternidade também rima com Trindade e Eternidade. Todos temos uma ideia do que esta palavra significa na prática na nossa vida, seja por referência positiva, ausência ou negligência. Fomos criados para ter um Pai, e Deus construiu famílias para nos apontar para ele. Não importa o quanto nos debatemos com a perfeição da paternidade, mas com o nosso Deus podemos descansar. Ele é o Pai perfeito, aquele que ama incondicionalmente, e que não corrige injustamente. Ele fala sempre a verdade e aquilo que ele afirma sobre nós é preciso e justo. Ele ama-nos como nós somos, apesar de pecadores. Ama-nos tanto e com tão perfeito amor que Jesus veio. Jesus veio. Somos filhos adoptados e aceites.